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Do Holocausto ao Tarrafal: As Lições que a Democracia Não Pode Esquecer
Assinalou-se esta terça-feira o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, ou Shoá, instituído pelas Nações Unidas para recordar a libertação de Auschwitz-Birkenau, a 27 de janeiro de 1945. A abertura dos portões daquele campo revelou ao mundo a dimensão industrializada do genocídio nazi, que procurou eliminar não apenas vidas, mas culturas inteiras e a própria noção de humanidade partilhada. O Holocausto vitimou mais de seis milhões de pessoas, não só judeus, ma
23 de fev.2 min de leitura


Gisberta: o nome que o Porto não pode esquecer
Há nomes que não cabem numa lápide. Tornam-se espelho de um tempo, de uma cidade, de um país. Gisberta Salce Júnior é um desses nomes. Nasceu em São Paulo, em 1960. Foi-lhe atribuído o sexo masculino à nascença, herdou o nome do pai e o “Júnior” que carregava essa marca. Mas, muito cedo, percebeu quem era. Gisberta, gostava de dançar, de se vestir como queria, de existir com leveza. Assim, aos 14 anos disse à mãe que “ia ser mulher”. E, foi. Num tempo em que assumir-se signif
22 de fev.4 min de leitura


Manifesto Republicano: Pela Liberdade, pela Igualdade e pelo Futuro
Vivemos tempos que não nos permitem o luxo da indiferença. A democracia, por mais sólida que pareça, nunca é um dado adquirido, é uma construção diária que exige vigilância, coragem e responsabilidade. Cinquenta e um anos depois do 25 de Abril, o nosso dever não é apenas recordar o passado, mas enfrentar com determinação os novos vírus que procuram corroer as instituições e os valores arduamente conquistados. Não começamos do zero. Em Guimarães, a resistência tem nome, rosto
2 de fev.3 min de leitura
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