Nota de Pesar: Joaquim Salgado Almeida (1951-2026)
- luispintolisboa
- há 5 dias
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É com um profundo sentimento de perda que presto esta homenagem a Joaquim Salgado Almeida. Embora não tenhamos partilhado uma proximidade pessoal no quotidiano, há figuras que se impõem pelo respeito que emanam e pela marca indelével que deixam na nossa comunidade.
O meu contacto com o Salgado Almeida fez-se, sobretudo, através da sua expressão artística. Conheci o seu talento e a sua sensibilidade nas ilustrações dos livros do poeta vimaranense Miguel do Sul, onde a sua arte parecia dar uma nova vida às palavras. Mas para além do pintor e do escultor, importa sublinhar o homem de convicções, a sua história de luta e a forma firme como sempre defendeu a Liberdade.
Foi um professor que formou gerações e um cidadão que dedicou décadas ao serviço público, mas é a sua dimensão humana e humanista que hoje sobressai. O Salgado Almeida soube unir a estética da arte à ética da cidadania, deixando-nos um legado de generosidade e de compromisso com a identidade de Guimarães.
Endereço as minhas mais sentidas condolências a toda a sua família e amigos, reforçando o pedido para que se honre e mantenha viva a sua memória. O Salgado Almeida foi, e continuará a ser através da sua obra, uma presença de uma vitalidade enorme no nosso meio cultural e cívico.
Até sempre.




